O que sai da sua boca é de Deus, ou pertence ao seu coração?
Todos nós temos princípios e verdades que norteiam nossas escolhas, nossos posicionamentos. Isto é inerente a nossa capacidade de liberdade de pensar e de escolher.
Frequentemente, nossas opiniões se colidem por termos experiências de vida e relacionamentos diferentes, nos dando perspectivas diferentes, de diferentes situações. Mas uma coisa não se pode fugir: Sempre há uma verdade absoluta em cada situação.
O entendimento (תבוך), pelo qual o tolo não se interessa, é o que o capacita a não irar-se por qualquer coisa, visto que dar o lastro para a defesa da verdade, que deve ser o alvo de toda pessoa de bem. Este não irar-se, serve ao propósito de instruir, e o tolo não se importa em isto fazê-lo, antes, deseja apenas apresentar as opiniões de seu coração.
Não há em nós mesmos, seja quais foram nossas experiências, alguma coisa de valor eterno, a não ser que tenha passado pelo redenção e acrisolamento pela Palavra de Deus, pelos princípios e valores eternos do Pai.
Trazer a tona a verdade de nosso coração, na simples expressão de tal ato, já nos deve acender o sinal de alerta. A verdade de afluir da Verdade Absoluta que regem os princípios e valores eternos de Deus.
Esta semana vi uma pergunta interessante: "O que pudemos fazer para identificar o auxílio de Deus em nossas tomadas de decisão?"
A pergunta não foi diretamente para mim, nem me senti no direito de responder, na oportunidade, visto que eu não estava inteirado do que a gerou, mas a resposta encontramos nas Escrituras.
Se nossa decisão não fere nenhum princípio de Deus, de ética, moral, espiritual, sexual, valor da vida, propriedade privada e tantos outros aspectos, a sua decisão está segundo a vontade de Deus. Caso contrário, ferindo qualquer princípio, certamente o coração, necessidades e desejos do coração está sendo o nosso norteador.
Que o Senhor nos dirija em promover Sua Verdade, e que esta norteie nossos corações, em todos os aspectos da vida, em nome de Jesus.
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